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2010/02/15

Meus sonhos - Parte I


Confesso que sou uma pessoa um tanto preguiçosa, pois adoro dormir e ficar sentada ou deitada olhando para as paredes pensando na vida, tanto no passado quanto no futuro e no presente. Assim, tenho um vício de dormir às tardes e ficar acordada às noites estudando ou escrevendo algo "inútil". Teve uma época na qual gostava de dormir só para ter sonhos, principalmente com a pessoa que amava, ou seja, em meados de abril e maio do ano passado. Mas esse não é o assunto de hoje. Não estou aqui para falar de quem amei profundamente e que me levou a loucuras boas e ruins durante os preciosos momentos em que he was on my mind - sim, eu era obcecada por ele, amiguinho!
Sonhos sempre fizeram parte da minha vida como se fossem fundamentais para minha sobrevivência. Isso começou a ter mais frequência há um ano, quando eles entraram em minhas memórias quase todos os dias, fazendo com que eu registrasse todos em um caderno velho. Acredito que eles avisam sobre nossas preocupações e necessidades.
Bem, chegou a hora de contar quais são os sonhos que mais mexem com a minha pessoa e que, mesmo após anos, ainda estão cheios de vida. Vou reescrevê-los nos parágrafos seguintes.

Primeiro sonho - Novembro de 2004.
Lembro-me que eu me vi toda de preto (uma capa que se parecia com um saco de lixo), meio séria e, um amigo misterioso estava me acompanhando para uma rua sem saída onde era tudo preto e branco, sem contar que o silêncio tomava conta da cena. O tal garoto e eu tínhamos uma missão, a qual não ainda não compreendo. pelo que me recordo, nós lutávamos contra um grande inimigo, também desconhecido, em uma espécie de fábrica com engrenagens enormes nas quais subíamos e nos levavam até o topo do prédio. No entanto, esse meu amigo escorregou em uma das subidas. Tentei ajudá-lo, mas fui rejeitada: " Não se preocupe comigo. Vá em frente que você consegue!"; antes de ver uma das cenas mais tristes que presenciei em sonhos - ele retornou ao primeiro andar após ter soltado sua mão da ponta da engrenagem e nunca mais no falamos. A partir desse momento, chorei e, de repente, me acordei. Queria muito ter vivido o resto daquela noite, mesmo sem alguém me apoiando.
Tem uns detalhes que gostaria de compartilhar aqui - como meu companheiro se vestia da mesma que eu, mal era possível julgá-lo por sua aparência, já que a escuridão cobria seu rosto. Mas, ainda fui capaz de identificar que ele era asiático, ou, pelo menos, meio-asiático - seus cabelos eram pretos, olhos um pouco puxados e um jeito que não me deixa em dúvidas.
É válido lembrar que, com dez anos de idade, eu mal pensava em garotos e que não tinha amigos orientais também. Não quero que você, amigo, imagine que me apaixonei por esse menino.

Olha, vou escrever meus próximos sonhos em outros posts para que fique mais organizado e menos cansativo. espero que você compreenda.

Um comentário:

  1. Anônimo15:55

    nosaa naum sabia desse sonho!!!! q coisa loucaaa!!! hsaushuashuashua

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